Oh Elvas, oh Elvas… Beringela finalmente à vista

Parei finalmente para escrever. Andei a preparar e a planear um passeio de três dias pelo Alentejo português e Estremadura espanhola, para o fim-de-semana passado, e reparei agora que ainda não tinha partilhado a receita da beringela no forno que fiz há semanas.

Sobre o passeio posso dizer que foram três dias de fuga à rotina, com muitos pontos e locais a visitar, com muita cultura à mistura e um sol e temperatura ambiente maravilhosos para visitar estas regiões (se tivesse sido esta semana estava bem tramada com a chuva). Da preparação do roteiro faziam parte a lista de locais a visitar e respectivas coordenadas, impressões da vista de satélite do Google Earth de cada localidade com os pontos de interesse marcados e pequenos textos explicativos do que iríamos ver, para entendermos e aproveitarmos melhor o que estávamos a visitar. Contudo, não previ horários específicos para cada local, pois a ideia era ir visitando e gerindo o ritmo, mas sem grandes pressões.

A estadia das duas noites foi na Quinta de Santo António, na herdade da Amoreira, em Elvas, um hotel rural que a todos superou as expectativas. O staff era impecavelmente simpático e, assim que fizemos o check-in, fizeram questão de nos mostrar todos os espaços do hotel. O quarto era bastante confortável e tinham acesso directo para os jardins exteriores e, juntamente com as salas comuns, estão decorados com um estilo antigo, perfeitamente enquadrado na arquitectura da quinta. Na manhã de domingo, depois do pequeno almoço, e antes do check-out, fomos conhecer melhor os jardins exteriores do hotel, com as fontes, os pomares, a zona dos pássaros, do forno a lenha, a zona da piscina e ainda encontrei o burro que de manhã “avisava” que o dia já estava a nascer.

Saímos, portanto, na Sexta-feira de manhã em direcção a Montemor-o-Novo, atravessando Pegões e Vendas Novas. Depois visitámos Arraiolos, Evoramonte, Estremoz e Borba, chegando por fim ao hotel.


No Sábado fomos até Mérida, onde andámos e andámos a pé (um pouco mais de 8 km ao todo), conseguimos ver quase tudo o que há no centro da cidade e, no regresso, visitámos ainda Badajoz.


No Domingo visitámos Elvas, Villaneuva Del Fresno (que era para ser só de passagem, mas estava a haver o festival dos cogumelos e parámos lá para almoçar), Aldeia da Luz, Monsaraz e daí seguimos directamente para casa. Tinha ainda previsto visitar Reguengos de Monsaraz, Portel, Viana do Alentejo e Alcáçovas no percurso de regresso a casa, mas como fomos “aproveitar” os espaços exteriores do hotel e parámos em Villaneuva Del Frenso, acabou por não haver tempo para tanto.

Foram três dias de completa fuga à rotina e que deram para recarregar baterias e encher-me de motivação para as coisas caseiras.

Tal como disse de início, com tudo isto saltei a publicação da receita da beringela que, num almoço de Sábado, acompanhou uma bela dourada grelhada, receita esta que encontrei num vídeo que alguém partilhou no Facebook.

1 beringela
6 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picado
3 colheres de sopa de salsa picada
Sal e pimenta qb
Queijo ralado qb
1 colher de café de pimentão doce

Numa tigela misturei o azeite, o alho, a salsa, o sal e a pimenta e deixei repousar durante mais ou menos 15 minutos para aromatiza o azeite.

Fiz uns golpes na beringela (sem a trespassar na totalidade) numa malha quadrangular, envolvi-a em papel de alumínio (deixando a zona dos golpes destapada) e coloquei-a num tabuleiro para ir ao forno. Reguei a beringela com metade da mistura do azeite, especialmente entre cada golpe, recheie com queijo, polvilhei com o pimentão doce e reguei com o resto do azeite.

Por fim aconcheguei o papel de alumínio que envolvia a beringela, coloquei o tabuleiro no forno, pré-aquecido a 180ºC, durante uns 30 a 35 minutos (dependendo do tamanho da “malha” cortada na beringela poderá levar mais ou menos tempo a cozinhar) e servi com a dourada grelhada e as azeitonas caseiras da colheita deste ano.

Dezembro solidário

Confesso: tenho andado muito caseira e com pouco tempo para escrever. As últimas caseirísses estão relacionadas com as decorações e prendas de Natal, pelo que, para já, só poderei revelar o que ando a preparar ao nível das decorações (como sempre, há prendas que são demasiado óbvias para alguns amigos e familiares que seguem o que por aqui vou publicando). Mas nem só de decorações e prendas é feito o Natal e, por isso, vou deixá-las para a próxima publicação para poder partilhar hoje a minha primeira experiência natalícia de 2016.

Acontece que tinha em casa uns casacos/blusões de Inverno em bom estado e que já não usava há algum tempo. Em Novembro surge uma campanha de recolha de roupa para enviar para os campos de refugiados da Síria e de outros países vizinhos. Assim, aproveitei que ia entregar os casacos e dei uma revisão geral a todos os armários, colocando de parte tudo o que já não me servia ou que não usava há muito tempo (e que muito provavelmente já não iria usar).

Infelizmente, esta campanha revelou-se uma grande vigarice e, logicamente, já não ia arrumar tudo outra vez. Decidi então procurar uma instituição em Setúbal, não só porque é o meu distrito de residência, mas também porque este sempre foi um dos distritos com maiores níveis de pobreza em Portugal.

Algumas pesquisas depois, contactei o Centro Social S. Francisco Xavier, pertencente à Cáritas Diocesana de Setúbal, que apoia/trabalha com pessoas sem abrigo, para saber se estariam interessados. Foram bastante simpáticos e explicaram-me que, de momento, só estavam a aceitar roupa de homem e toalhas/toalhões turcos, pois estavam muito limitados em termos de armazenamento. Como o que tinha para entregar era maioritariamente para senhora, informaram-me que na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, também em Setúbal, recebiam todo o tipo de roupa e calçado, às quartas-feiras, durante a manhã, e às sextas-feiras, durante a tarde.

Fiz então uma segunda ronda de escolha nas gavetas e armários, pois agora a realidade das pessoas a quem esta se destinava era diferente. Ao todo, tinha colocado de parte lenços, cachecóis, cintos, gorros, pijamas, camisolas de algodão, camisolas de malha, camisolas interiores, calças, casacos, meias, sapatos, botas e ténis… De tudo um pouco.

Na passada sexta-feira dirigi-me até à Igreja de Nª Srª da Conceição, na Avenida Bento Jesus Caraça. Quando cheguei, entrei na primeira porta que encontrei aberta e deparei-me com um pequeno corredor onde 5 ou 6 senhoras, de faixas etárias diferentes, aguardavam pela sua vez. Dirigi-me até uma senhora que estava a atender, disse que queria fazer uma entrega de roupa e esta pediu-me que aguardasse um instante para que uma colega sua me viesse ajudar.

Durante aquele breve momento de espera, apercebi-me que cada uma das senhoras, que aguardavam na entrada, tinha uma espécie de senha de atendimento. À medida que eram chamadas, indicavam as suas necessidades (tamanhos, tipo de roupa, para homem, mulher, menino ou menina…) e as colaboradoras deste serviço traziam a roupa.

Não cheguei a perguntar muito sobre o método de funcionamento daquele serviço ou, mais concretamente, o trabalho que ali desenvolvem, pois era evidente que estavam muito atarefadas. Apenas expliquei à colaboradora que me ajudou a levar os sacos do carro para as instalações da igreja, que no Centro Social S. Francisco Xavier me tinham indicado que ali recebiam roupa para depois distribuir pelas famílias e instituições mais necessitadas da zona.

No fim, a senhora, que tinha idade para ser… vá, não digo minha avó, mas talvez uma tia mais velha, pegou no último saco (um dos maiores) cheia de vitalidade e com um grande sorriso e disse “Deixe estar menina, não precisa de voltar a entrar que eu levo este último. Olhe, muito obrigada, que corra tudo bem para si e um Santo Natal para a menina e para a sua família”. Agradeci e retribui os votos de um Santo Natal de forma um pouco atabalhoada, pois não estava à espera que me desejassem um bom Natal tão cedo (na realidade não era assim tão cedo – já estávamos em Dezembro, mais ainda não me tinha consciencializado disso).

Eu sei. Desta vez desviei-me um pouco do tema deste meu cantinho e até me alonguei um pouco no texto, mas “esta entrada” no mês de Dezembro deixou-me o coração tão cheio que tive de partilhar. Ser solidário faz parte do Espírito de Natal (e devemos sê-lo nos restantes dias do ano também) e talvez desta forma inspire mais alguém a vasculhar as suas gavetas e armários 😉

Serão da tarde: Anatomia de Grey da jardinagem

Sabem como é a sensação de riscar um item de uma lista de tarefas? Pois bem, ontem dei por concluída mais uma tarefa da minha lista infindável de “coisas a fazer com tempo”. Sim, esta lista existe mesmo, com as várias tarefas pontuais ou que não necessitam de serem realizadas de imediato, mas que algures no tempo convém que sejam feitas. Desta vez foram as orquídeas.

Aproveitei o final da tarde de ontem para arranjar/ajeitar o vaso de uma das minhas duas orquídeas. No final do Verão a minha mãe deu-me uma orquídea azul que, há umas semanas, mudei do vaso de plástico onde vinha (só com as raízes e sem terra) para um vaso maior e com terra própria para estas. A outra orquídea, uma amarela e enorme que tenho há cerca de 7 anos (e que era bem pequenina quando cá chegou), também estava a precisar de terra mas, como não tive tempo para mais, acabei por adicionar esta tarefa à dita lista.

Então ontem, sem grande dificuldade, tirei a planta do vaso, juntamente com as canas que a mantêm direita, deitei fora alguma terra com raízes soltas e podres e voltei a coloca-la no vaso, acomodando-a com a terra nova.

Já que estava com “a mão na massa” segui o conselho da Raquel e do Marco, que passaram por mim nesse momento, retirei os dois rebentos (será que também se chamam rebentos?) que cresceram num dos caules e coloquei-os em dois vasos separados. Um verdadeiro transplante ao estilo Anatomia de Grey, como lhe chamou o meu cunhado.

Esta orquídea já passou por “tudo e mais um par de botas”. Já morreu e ressuscitou, já tombou do parapeito de uma janela (devido ao peso das flores penduradas) e recuperou e agora, se tudo correr bem, terá descendência. Espero daqui por uns tempos trazer boas notícias. E de preferência a duplicar, já que um dos pés/rebentos está com um ar mais “murchinho”.

A única coisa que podia ter escolhido melhor foi o momento do dia para fazer esta tarefa, pois acabei com duas picadelas de mosquito (uma delas bem grande!).

Feliz 1º Aniversário!

Um ano! A Carolina Caseirinha faz hoje um ano. Confetis no ar e línguas da sogra (penso que era assim que se chamavam) a tocar de forma imaginária. Sim, de forma imaginária porque estes últimos dias têm sido uma corrida constante e não consegui comprar efectivamente confetis ou línguas da sogra. Mas não podia passar esta data sem comemoração alguma e por isso, enquanto estava na sala de espera do Hospor, rabisquei um post-it o que seria a parte caseira da “festa”, já que o pastel de nata foi comprado (por coincidência pela minha mãe) num supermercado.

Um ano de Carolina Caseirinha… nossa, como o tempo passa depressa! E queiramos que no próximo ano a festa seja mais “de arromba” do que esta 😛

Entretanto, e aproveitando ainda que o dia não acabou, desejo um Feliz dia da Carolina a todas as Carolinas ao som de uma música de Seu Jorge, que enche a alma (e o ego) a qualquer Carolina 😉

Ena pá, que já não escrevo há muito…

Desde o dia em que a sobrinha fez dois meses e que saíram do forno as pizzas caseiras, já passaram uns bons dias, e nesse espaço temporal houve um pequeno desentendimento com as minhas tecnologias e redes sociais (parece que decidiram fazer greve e deixaram de funcionar como seria suposto), o Dia da Mulher, o dia em que fui ao yoga, o Dia do Pai e o dia de boas vindas à Primavera.

Por ordem. No Domingo dia 8 Março, celebrou-se um pouco por todo o mundo o Dia da Mulher. Houve referências nas redes sociais, nos telejornais e por onde passei as ruas estavam “apinhadas” de gente, talvez não só pela comemoração do dia, mas porque homens, mulheres e crianças foram brindadas com um rico dia de sol e temperaturas agradáveis.

Também eu saí à rua e desfrutei o maravilhoso dia solarengo acompanhada de algumas amigas. Não foi fácil arranjar mesa para 5, sobretudo numa explanada, mas lá conseguimos e acabei por almoçar uma bela travessa de choco frito, acompanhado com arroz de tomate. Eu sei, não fui eu que o confeccionei e por isso não é da Carolina Caseirinha, mas não resisto em partilhar porque estava simplesmente delicioso e há muito que não comia um choco frito (que não o da minha mãe) tão bom.

Depois do almoço, seguimos para a Casa da Baía de Setúbal, logo “ali ao lado”. Íamos para o lançamento dos Pastéis de Ginja da Confeitaria S. Julião, mas já não apanhámos o discurso inicial, por isso acabamos por provar os pastéis, degustar o licor Conheço-te de Ginjeira da Lima Fortuna (com o qual são feitos os pastéis) e desfrutar da maravilhosa temperatura que se fazia sentir no pátio da Casa da Baía.

*fotografia da Lima Fortuna

Exactamente uma semana depois, aceitei um desafio já há muito lançado pela Sofia: experimentar uma aula de yoga no Yoga Bliss. Nessa manhã, também solarenga, levantei-me preparei um prato de aveia simples (aveia cozida em leite, misturando um pouquinho de açúcar no final), bebi um café e lá fomos esticar o esqueleto, juntamente com a Joana.

Gostei. Aliás, correu melhor do que imaginava na minha cabeça. Não fui tão pouco flexível, descoordenada e pouco equilibrada como esperava e, no final, depois do estica-respira-descontrai todo senti-me relaxada. Com tanto sentimento de bem estar e sem stress, apeteceu-me um petisco fresco e saudável para essa tarde e assim aproveitei para fazer algo que há muito andava na minha lista de “a experimentar”: rodelas de tomate e queijo fresco, com vinagre balsâmico, pimenta e orégãos.

Bem… Claramente que não sou a melhor “arquitecta alimentar” e no espaço de um minuto a minha “torre” de queijo e tomate passou de direita, a uma espécie de super inclinada torre de Pisa e logo a seguir passou a uma simples ruína de pós-terramoto. Mas devo dizer que soube muito bem e incrivelmente guloso  (mesmo tratando-se de um petisco saudável).

E veio o Dia do Pai. Houve prendinha e jantar em família, mas nada muito caseiro da minha parte, essencialmente porque foi a meio da semana e à hora que cheguei do trabalho não deu tempo para fazer muito mais que sentar logo à mesa para jantar.

E entrámos na Primavera. Foi com o convívio primaveril na Box 1RM, do qual fez parte não só o exercício físico como a “paparoca”, que saudei esta estação. Em Dezembro, quando houve um outro evento lá na box, arrisquei adaptar a receita das curgetes recheadas para folhados e a coisa correu bem (quase que nem iam chegando à mesa, porque por onde o prato passava iam desaparecendo folhados, um a um). Por isso, às 2:30h da manhã (ou será mais correcto dizer da madrugada?) de Sábado lá estava eu de roda do fogão, a preparar o recheio que iria colocar na massa folhada quando acordasse às 8:00h para os meter no forno (isto porque da última vez calculei mal o timing das coisas e assim sabia que os teria prontos quanto saísse de casa).

Como contei de início, as minhas tecnologias parecem não querer colaborar comigo e, como tal, acabei por não fotografar nem o durante, nem o depois, mas fica já prometido que, da próxima vez que os folhados de farinheira saírem do forno, partilho a receita.

Entretanto ficou um aroma fantástico por toda a casa durante o resto dia 🙂

Mamma Mia, Buona Sera, Capisco

O título de hoje é estranho, admito, mas se vou falar de pizzas, e ainda para mais caseiras, dizer “mamma mia!”, “buona sera” ou “capisco” ou falar com as mãos parece-me estar minimamente relacionado.

E porquê falar hoje de pizzas. Na noite de Sábado houve festa na Vila e como havia planos para passar a manhã na praia e a tarde de campo, preparar jantar para 5 pessoas a tempo de jantarmos e irmos a festa teria de ser uma coisa prática. Sinceramente, fazer pizzas “do zero” em casa é algo que eu nunca consideraria prático e adaptável a esta situação, mas na realidade foi. O segredo: bom planeamento e uma ajudinha da mãe (eheheh).

Começando logo na massa. A primeira imagem na minha cabeça é a da cozinha toda salpicada de farinha após horas a amassar e outras mais a levedar. Tal como disse, o objectivo era ser prática e não tradicional e por isso recorri à opção “massa” na máquina de fazer pão da minha mãe. Antes de sair de casa de manhã juntei os ingredientes todos na cuba e programei a máquina para que, quando retornasse a casa, estivesse pronta a esticar.

Em relação ao molho de tomate sempre julguei que o mais prático seria utilizar polpa de tomate em conserva. Bem, na realidade talvez seja, pois não existe a necessidade de descascar tomates, mas pensando noutra perspectiva: os 5 minutos que se perdem nessa tarefa (a de tirar a pele dos tomates) acabam por se tornar num ganho, uma vez que acaba por ser mais saudável, ou seja, sem conservantes e outras coisas mais que nem sabemos que lá possam estar.
Isto tudo para contar que também o molho de tomate foi caseiro, cozinhado com as cebolas e tomates que trouxe nessa mesma tarde do campo dos sogros da Raquel do Amor às Camadas.

Esticada a massa e com o molho de tomate por cima faltava apenas combinar os vários ingredientes e, no fim, adicionar uma forte camada de queijo ralado (metade das pizzas levaram mozzarella e a outra metade a mistura de 3 queijos para poder agradar ao gosto de todos).

E jamais poderia ficar por dizer a fonte de inspiração das várias combinações: o blog Cinco Quartos de Laranja. Para além da inspiração também retirei de lá a receita para a massa.

De cima para baixo e da esquerda para a direita: a colheita da tarde, pizza de atum, pizza vegetariana e pizza de bacon antes de irem ao forno.

De cima para baixo e da esquerda para a direita: a colheita da tarde, pizza de atum, pizza vegetariana e pizza de bacon antes de irem ao forno.

Para a massa:

800g de farinha
4dl de água
2 e 1/2  colheres de sopa de azeite
1 pitada de sal
1 saqueta de fermento de padeiro em pó (na receita original eram 40g de fermento)

Como disse, juntei tudo na cuba da máquina e usei o programa “massa” que durante 1h e 30 min amassa e leveda.

Para o molho de tomate:

1/2 cebola grande picada
1 folha de louro
2 dentes de alho
3 colheres de sopa de azeite
10 tomates chucha
1 pitada de sal
2 colheres de sobremesa de açúcar

Refoguei a cebola e os alhos no azeite, com a folha de louro, e juntei os tomates já sem pele (a ajuda da mãe aqui foi crucial, já que sou muito lenta nesta tarefa :P).  Quando os tomates já estavam mais ou menos cozidos, triturei tudo com a varinha mágica adicionei o sal e o açúcar e levei mais uns minutos ao lume. Não se esqueçam de tirar a folha de louro antes de triturar, porque eu esqueci-me e foi tudo junto!

As combinações

Com estas quantidades de massa e molho resultaram 3 pizzas e ainda sobrou molho para mais uma que a minha mãe acabou por utilizar para ela. Jantamos então:
Pizza com bacon, cogumelos, milho, cebola queijo e orégãos.
Pizza com courgettte, milho, pimento vermelho, queijo e rúcula.
Pizza com atum, cogumelos, cebola, queijo e orégãos.

A vegetariana acabadinha de sair do forno e mais ao fundo duas fatias da pizza de atum.

A vegetariana acabadinha de sair do forno e mais ao fundo duas fatias da pizza de atum.