Verão e a manutenção da casa

Já entremos no oficialmente no Verão há algumas semanas. Há arraiais espalhados por todo o lado, noites de convívio na rua, música, gelados, caracoladas, férias, mergulhos e, além disto tudo, por aqui significa também trabalhos no exterior, limpezas grandes e manutenção da casa.

Há dois anos, durante as limpezas grandes de Verão, constatei que os ferros das varandas precisavam de ser pintados. A tinta começava a lascar e, em algumas zonas, já acusavam ferrugem. Durante os (quase) 20 anos que a minha casa tem estes nunca tinham sido pintados e achei que era melhor ter agora o trabalho de manutenção, gastar meia dúzia de euros numa lata de tinta e os ferros durarem outros 20 anos, do que, daqui por um ou dois anos (ou talvez um pouco mais), ter de investir em ferros novos ou noutro tipo de proteção de varandas.

Assim, ganhei coragem e dediquei uma manhã e meia tarde da minha semana de férias para limpar as varandas e os ferros, passar com uma escova de arame nos ferros para soltar as lascas de tinta, proteger as varandas e as janelas com fita de papel, mantas e folhas de revista e por fim pintar os ferros com uma tinta do tipo Hammerite.


Também durante estes dias transplantei o primeiro abacateiro para a terra. Curiosamente o que se encontrava mais desenvolvido, e que mudei agora do frasco para a terra, foi o do terceiro abacate que consumi e cujo caroço é ligeiramente diferente dos dois primeiros (talvez por este motivo tenha um desenvolvimento diferente). Os dois primeiros já têm algumas raízes, mas o caule ainda é um pouco pequeno.

Aproveitando ainda este espirito de limpezas, organização e manutenção da casa, partilho uma dica caseirinha para limpeza e desentupimento de canos (quando digo desentupimento refiro-me às situações quando o tempo de escoamento da água pelo ralo/cano é muito demorado e não propriamente aos canos que se encontram 100% entupidos, neste último caso acho que a solução deverá passar por chamar o canalizador/empresa de desentupimento).

Vi esta “receita” em vários vídeos no Facebook e também em publicações no Pinterest e por isso decidi experimentá-la no Inverno passado, podendo comprovar que funciona e penso que não seja prejudicial à canalização (se alguém souber de um motivo contrário, partilhe). Até então usava sempre aqueles produtos próprios para o efeito ou ácido muriático, mas esta solução parece-me mais amiga do ambiente e menos perigosa, sendo que o vinagre é um ingrediente com boas propriedades antissépticas.

Usei apenas:
Vinagre
Bicarbonato de sódio
Água quente

Numa panela coloquei a água para ferver. Deitei um pouco de bicarbonato de sódio (2 ou 3 colheres de chá, consoante a situação) no ralo/entrada do cano e, em quantidade igual, verti o vinagre começando a reação entre os dois.

Conforme termina o barulho “efervescente” da reação adicionei um pouco mais de vinagre e aguardei que a reação terminasse, pois por vezes o vinagre que é adicionado inicialmente não chega a toda a quantidade de bicarbonato de sódio (até porque não dá para ver muito bem para onde estamos a “fazer pontaria”).

Por fim, deitei a água, que aqueci na panela, pelo cano e quando esta acabou deitei um pouco de água fria corrente para ter a certeza que não fica nada por lavar.

E nos entretantos dos entretantos….

Nos entretantos dos entretantos terminei mais um pequeno trabalho que comecei em Abril. Demorou um pouco mais do que esperava, não porque fosse algo muito trabalhoso e complicado, mas porque fui fazendo e parando, fazendo e parando. Aliás, na altura em que o comecei partilhei na conta de Instagram que ia dar uma segunda chance a dois quadros que tinha no corredor. Hoje, finalmente, posso desvendar o resultado final.

Tinha dois quadros na parede do corredor um pouco ao estilo “quadro do menino da lágrima” só que com flores, ou seja, um bocadinho à “Conta-me como foi”, que já estou tão habituada a tê-los na parede que vê-la sem eles (ou com outros) seria demasiado estranho. Por isso decidi dar-lhes uma cara lavada. Um pequeno twist para cortar um pouco o aspecto de “parede que parou no tempo”. E se alguém disser que é parolo ou démodé eu direi que é vintage caseirinho 😛

Comecei, portanto, por limpar os quadros e por delimitar com fita de papel a área que queria pintar com um verde lima/verde alface.

Depois de várias camadas de tinta retirei a fita no quadro mais pequeno decidi retirar a tinta da moldura pois, no início quando a limpei, começou a lascar e a saltar a tinta. Após retirar a tinta da moldura com a ajuda de um x-ato e de a limpar novamente para retirar alguns pedacinhos soltos que tivessem ficado, delimitei o fundo dos quadros com nova fita de papel para, então, pintar ambas as molduras de dourado.

Et voilà. Depois de tudo seco e de passar um verniz incolor mate, retirei as fitas de papel e ficaram prontos para voltar ao seu lugar, na parede de entrada.

Confesso que, durante este tempo em que a parede esteve vazia, estranhava sempre que abria a porta e dava de caras com a parede cor de “casquinha de ovo” apenas com dois pregos vazios.

Durante este tempo risquei também mais um item da minha “lista de coisas a fazer com tempo”. No Natal passado ofereci a mim mesma três vasos de cores diferente para passar dois cactos e uma suculenta para a parede da varanda que, tal como a parede do escritório/atelier, tinha 3 pregos sem nada pendurado. Assim esperei que as temperaturas exteriores ficassem mais amenas para poder fazer a transição sem que as plantas sentissem o choque térmico, furei os vasos (pois não consegui encontrar suportes para o que pretendia) e no fim de semana passado fiz a mudança.

Ainda sobre as plantas, mais concretamente sobre a tentativa de desenvolver abacateiros, um dos caroços de abacate já possui uma pequena raiz. =s outros dois também já começaram a desenvolver raiz mas ainda não passa do interior do caroço para fora.

E eis que chegamos ao 3º aniversário

20 de Maio. Dia da Carolina e dia de… ANIVERSÁRIO DA CAROLINA CASEIRINHA!!! (*confetis no ar*) 😀

Pois é. Três anos que por aqui ando, a partilhar as minhas caseirísses, sempre com a promessa e tentativa de ser mais frequente na parte escrita. Desta vez, decidi assinalar esta data especial com o início de um novo projecto que será para ir desenvolvendo aos poucos e com o tempo.

Quando os meus pais saíram da casa onde vivo levaram algumas coisas e deixaram outras. No caso do antigo escritório, que adaptei para o atlier/espaço para as caseirísses, levaram as molduras que estavam na parede, com as fotografias da família, e ficaram os pregos. Tinha, a meu ver, duas hipóteses: ou tirava os pregos todos, tapava os buracos com massa e pintava a parede ou aproveitava que já estavam lá os pregos e colocava também umas molduras.

Optei pela segunda hipótese, mas em vez de fotografias de família (essas já começaram a “povoar” as paredes do corredor) quis fazer daquela parede uma parede “inspiradora/motivadora” (do conceito, em inglês, inspirational/motivation wall), com frases ou pensamentos inspiradores, ou que simplesmente gosto ou acho piada.

Assim, decidi assinalar o 3º aniversário da Carolina Caseirinha com uma primeira moldura dedicada precisamente às caseirísses de trabalhos manuais. Depois à medida que for acrescentando mais molduras partilharei convosco. Para já, é este o começo de algo que já planeava fazer há algum tempo.

E nos entretantos…

Tenho andado ausente nas escritas aqui pelo blog, mas um pouco mais activa no Instagram e também no meu cantinho de trabalhos caseiros. Até porque as minhas actividades caseiras, desde a última publicação aqui, não têm tido uma grande história por detrás delas. Por isso desta vez trago um “resumo” do que tenho andado a fazer.

Então, como já partilhei na página do Facebook e na conta do Instagram, ofereci à minha sobrinha, pela Páscoa, uma régua, em madeira, para marcar a sua altura ao longo dos anos. Como não queria decorá-la com motivos muito infantis, acabei por misturar algumas ideias do que fui encontrando pela Internet, pintando vários espaços, todos diferentes, para ao longo do seu crescimento anotar vários marcos da sua vida, como, por exemplo, quando apareceu o primeiro dente, a primeira palavra que disse, quando deu os primeiros passos, os passeios que fez, etc.

Portanto, daqui a primeira parte já está feita. Agora falta apenas começar a preencher e pregar à parede.

Também envolvendo o quarto da pequena, eu e a minha irmã decorámos a parede do quarto dela na manhã do dia 25 de Abril. A logística foi mais elaborada do que possa parecer à primeira vista, pois para além de colar todas as peças que formavam o desenho (algumas com a ajuda da minha sobrinha, que também quis participar) houve muita brincadeira em simultâneo, caso contrário todo este processo tornar-se-ia demasiado aborrecido e impaciente para a habitante do quarto.

Também andei pela cozinha e experimentei fazer algo com abacate pela primeira vez. No fim de semana em que fui ao Algarve, comprei uns abacates a um produtor local e, com os que estavam mais maduros fiz uma massa de atum e abacate, modéstia à parte, deliciosa. Eu, que não gosto de atum, comi, repeti e ainda enchi a marmita para o almoço do dia seguinte.

Quanto aos caroços dos abacates que usei, tirei-lhes a casca, espetei uns palitos e coloquei cada um num frasco com água para ver se germinam.

Ah! E por falar em plantas, as minhas orquídeas já floriram. A branca está carregada de flores, a amarela tem duas flores abertas, um pé novo e várias flores por abrir e as 3 que transplantei, em anos anteriores, têm folhas novas. Entretanto, não resisti e, numa ida ao hipermercado comprei a orquídea cor de vinho, resgatando-a assim de uma morte lenta à entrada do estabelecimento.

No último fim de semana, mesmo com todos os acontecimentos que existiram, ainda arranjei tempo para pintar mais uma fita académica, para a bênção de finalistas, e um mini-livro com uma receita de limonada para oferecer a um grandioso fã de Beyoncé que faz anos precisamente nesta data. Claro que lhe ofereci também um livro “a sério” (sobre um assunto um pouco diferente), mas o primeiro foi mais pela piada da coisa, porque: nº 1, é um grande fã de Beyoncé; nº 2, recentemente a Beyoncé lançou um livro intitulado “How to make lemonade” (como fazer limonada) e apesar de saber que ele iria adorar tê-lo, o preço saia um pouco (muito) do meu orçamento. E por isso juntei o melhor de dois mundos: Beyoncé e trabalhos manuais 😛 (carregando nas fotografias em baixo dá para ler um pouco melhor)


Massa de atum e abacate:

2 colheres de sopa de azeite
1 cebola roxa pequena
2 dentes de alho
3 latas de atum
1 lata de milho doce
Massa espiral q.b.
2 abacates pequenos (ou 1 abacate grande)
100 ml de natas para culinária
Leite q.b.
Queijo ralado q.b.
Sal e pimenta q.b.
Tomilho q.b.

Numa panela cozi as massas em água e sal. Depois de cozidas, transferi-as para um escorredor e na mesma panela refoguei, em azeite, a cebola roxa às rodelas e os dentes de alho picados. Em seguida juntei o atum bem desfiado, o milho, as massas, as natas, os abacates cortados em pedaços e temperei com pimenta.

À medida que ia mexendo, as natas começaram a engrossar e por isso fui juntando um pouco de leite, o suficiente até ficar com uma consistência cremosa, nem muito espessa, nem muito líquida.

Por fim servi com queijo ralado e tomilho.

Entretanto aproxima-se o 3º aniversário da Carolina Caseirinha e já sei o que vou fazer para assinalar esta data, mantenham-se atentos, porque um novo pequeno projecto surgirá 😀

Os trabalhos em atraso

Demorou, mas finalmente acabei. A prenda de anos da minha sobrinha (que já os celebrou há pouco mais de 2 meses) chegou finalmente ao destino. Claro que a data não passou sem que lhe oferecesse algo. A ideia era oferecer-lhe uma pequena moldura e uma caixa, ambas de madeira e pintadas por mim, para guardar os muitos laços para o cabelo que ela tem. Contudo, com o aproximar da data comecei a ver que não ia ter a caixa pronta e por isso acabei por lhe oferecer apenas a moldura.

Agora ficou finalmente pronta. Desta vez não só usei a técnica do guardanapo como também desenhei diretamente na caixa, o que foi um pouco mais desafiante para a minha ansiedade e mania da perfeição, que acabam sempre por resultar em mãos trémulas no exato momento em que estou a pintar. Mas fiquei contente com o resultado final.

Entretanto fui alternando este trabalho com outras pequenas coisas como, por exemplo, fazer mais alguns pendentes de massa para a árvore de Natal. Assim quando chegar a Dezembro já tenho decorações suficientes para os 360º da árvore e já fico com mais tempo disponível para as prendas caseiras.

Agora que já tenho os trabalhos atrasados em dia, acho que vou já passar à prenda da Páscoa, para garantir que fica pronta a horas. É que já faltam menos de 40 dias 😉

Mais atrasada que os reis, só mesmo eu

A primeira publicação do ano é sobre as prendas de Natal.

Lembram-se de ter referido que desta vez fui um pouco ambiciosa demais? Quando dei por mim estava no dia 23 de Dezembro ainda a terminar pormenores e a embrulhar todas as prendas, tanto as caseiras como as “de compra”. Contas feitas, foram dez prendas caseiras que ofereci.

Para os mais pequenos, a minha sobrinha e o primo Lourenço, ofereci a cada um uma tela desenhada e pintada por mim (o desenho em si não é da minha autoria, em ambos os casos foram desenhos que encontrei na Internet e cujos autores desconheço). Na tela do Lourenço acrescentei ainda os seus “dados de nascimento”, ou seja, data, hora, tamanho e peso.

À minha sobrinha, além da tela, ofereci ainda um avental feito por mim, com a preciosa ajuda da minha mãe, pois continua a ser ela a grande mestre de máquina da costura. A ideia surgiu quando, uma vez, ia fazer um bolo e a minha sobrinha, por iniciativa própria, quis ajudar-me (todo o processo demorou o dobro do tempo, mas ela ficou muito contente com a sua participação). Eu vesti um avental e ela, na altura com um anos e nove meses, constatou que não tinha um avental como eu e nesse momento apercebi-me que esta poderia ser uma boa prenda de Natal.

Entretanto, no mês de Dezembro, a fama dos cocós de rena espalhou-se à conta de uma amiga, a Marília, que me pediu a receita. Também eu, esse Natal, fiz e enchi uns frascos, uns para a minha sobrinha oferecer às educadoras e auxiliares da sala dela e outros para oferecer nas minhas prendas de natal.

Por fim, na categoria “prenda revelação do ano” 2016…. (*tambores* turumrumrumrum tum!) as canecas personalizadas/decoradas por mim! Seis canecas decoradas e oferecidas a alguns primos: um informático, uma atleta fitness, uma veterinária (amante de animais no geral mas principalmente de gatos), um super fã de U2, um super fã de Beyoncé e uma jovem empreendedora.

Depois de uma vasta pesquisa sobre a melhor técnica, dos testes feitos (na primeira tentativa o desenho não resistia à lavagem na máquina da loiça) e de toda a pesquisa, selecção de texto/imagem e respectivos testes de desenho (sim, eu não sou uma artista brilhante e como tal tive de treinar primeiro no papel os textos e desenhos pelo menos uma meia dúzia de vezes) avancei para as peças finais.

Durante algumas noites da semana que antecede ao Natal, depois de chegar a casa do trabalho e de jantar, lá estava eu na minha secretária a tentar escrever minimamente a direito numa superfície curvilínea e vidrada, a tentar não tremer as mãos nem cometer erros ortográficos.

Houve ainda um percalço com a caneta que estava a usar, pois, a uma caneca e meia do fim, deixou de funcionar correctamente. Não entendi bem o que se passou com o bico, mas acho que se terá desencaixado e por isso escorria tinta em excesso de cada vez que a pressionava. Porém lá consegui contornar a situação ao estilo “pena e boião de tinta”: fazia uma poça de tinta numa folha e depois molhava a caneta para conseguir escrever (com pouquíssima pressão, caso contrário lá descia mais um borrão de tinta).

Acabados os desenhos, deixei secar durante 24 horas e depois levei ao forno. Passado o tempo de “cozedura”, desliguei o forno e deixei as canecas arrefecerem no seu interior. Et voilá!


(e do outro lado das 3 canecas de cima)

Agora só me resta saber se, após as lavagens sucessivas, os desenhos se mantêm em condições (mesmo depois do teste inicial ter sido bem sucedido). Por via das dúvidas fui avisando os destinatários que, caso os desenhos comecem a desvanecer, eu não me importo de retocar, fazer um furo no fundo e devolver com uma planta, passando assim a servir de vaso 😀

Apresento-vos a minha primeira ávore de Natal caseirinha

Como já contei em anos anteriores, as decorações de Natal lá por casa foram sempre da minha responsabilidade. Por isso, a partir do momento que passei a ter a minha casa ficaram a meu cargo não só as decorações na casa dos meus pais como também as minhas, sendo que na minha casa apenas fazia o presépio e colocava uma fita aqui e um boneco ali.

Este ano, arranjei uma árvore de Natal para a minha sala e, por esse motivo, tive de arranjar adereços para a mesma. Decidi então fazê-los “de raiz”, baseando-me em sugestões e ideias que já tinha guardadas no Pinterest, adaptando algumas delas para poder utilizar materiais que já tinha em casa.

Comecei no fim de Novembro pelos pendentes de papel, depois passei para as estrelas com molas da roupa, para as argolas dos cortinados revestidas com fitas e rendas e, por fim, fiz os círculos de massa.



Do ponto de vista ambiental, as argolas foram as grandes vencedoras, pois penso que entram quase a 100% na categoria “upcycle”, dado que aproveitei as argolas de uns varões de cortinados que já não existem (que tinha guardado, caso algum dia fossem necessárias) e umas fitas e rendas que eram sobras de “costuras” há muito feitas pela minha avó, (certamente com mais de 20 anos). Quase a 100%, porque o fiozinho dourado foi comprado agora propositadamente para pendurar todas estas decorações caseiras.

O conceito upcycle, trata-se de dar uma nova vida/novo ciclo aos materiais que outrora tiveram uma função diferente. Uma espécie de cruzamento entre o Reutilizar e Reciclar da nossa política dos 3 Rs (ou 4 Rs, se incluirmos o Restaurar).

Entretanto estas argolas fizeram tanto sucesso “lá por casa” que a minha irmã acabou por me pedir fazer uma extra para a minha sobrinha levar para a sua sala na escolinha.

Há duas semanas dei por concluídos os enfeites da árvore, pois já cobriam cerca de 75% da mesma (a percentagem à vista de quem entra na sala). Entretanto tive de passar às prendas de Natal caseiras, pois o tempo já estava a ficar escasso. Depois do Natal, e com mais tempo, farei mais alguns enfeites para a zona “não imediatamente à vista” da árvore.

Para o próximo ano fica a estrela (ou quem sabe um anjo ou algo do género) para colocar no topo e uma decoração para o exterior da casa.

Agora resta-me apenas desejar a todos um Santo e Feliz Natal, rodeado de familiares e amigos e, caso o texto das prendas de Natal caseiras não seja publicado até ao final deste ano, ficam já os votos de um próspero ano de 2017 😉