Sexta-feira e as courgettes salteadas

Recentemente descobri que há mais formas de “fazer” courgettes sem ser cozidas na sopa. Este era o modo de cozinha-las mais frequente cá por casa (excepto uma ou duas vezes que fizemos recheadas e a tentativa falhada de courgette grelhada em tiras) até ao dia em que, numa apresentação da Bimby na casa da Inês, provei um cubinho de courgette cozinhada no vapor. E soube bem melhor do que julgava.
Experimentei então, umas semanas depois, cortar em palitos e saltear para rechear uns wraps de massa de arroz com legumes e frango e o resultado foi positivo.

Hoje cheguei a casa e, sem ter nada previamente pensado, em 15 minutos decidi o que fazer para o jantar, cozinhei e coloquei nos pratos. Era preciso jantar apenas para 2. Havia bacon, courgette e massa (que para este tipo de coisa acho que combina melhor uma tagliatelle).

Tudo a olho, enquanto coziam 6 ou 7 “ninhos”, cortei meia dúzia de tiras de bacon para uma frigideira de cerâmica e um pouco depois juntei meia courgette aos cubos (apenas usei um pinguinho – literalmente – de azeite, qua a gordura do bacon era quase suficiente).

Escorridas as massas e já se encontrando tudo no prato usei a mesma frigideira para fazer um pouco de molho bechamel, com (novamente a olho) leite, farinha, sal, pimenta e noz moscada.

Quanto ao resultado final vão ter que me desculpar pela qualidade da fotografia, mas única câmara por perto era somente a do telemóvel… e acabei por recorrer ao Instagram.

Doce de iogurte na estreia

A receita de abertura do blog é de uma sobremesa/doce de colher que gosto bastante seja qual for a estação do ano. É daquelas que uma tacinha apenas não me chega e tenho sempre muita vontade de repetir a dose.

É muito fácil, e com ingredientes do mais banal que pode haver:
80g de farinha
5 dl de leite
6 ovos (separar as gemas e as claras)
450g de açúcar
2 iogurtes

Num tacho, dilui-se a farinha no leite. À parte misturam-se as gemas e o açúcar (até ficar um creme fofo) e adicionam-se ao leite e vai a cozer em lume brando, mexendo sempre até engrossar.
Adicionam-se os iogurtes e as claras batidas em castelo, retirando do lume quando estiver tudo bem incorporado.
Por fim é só deixar arrefecer numa taça grande ou em várias pequenas e levar ao frio.

O iogurte fica ao critério da pessoa. Hoje usei com sabor a limão, mas também já experimentei de tutti-frutti e pêssego. Até ao momento o vencedor mantém-se o aroma a pêssego, tendo em conta que desde o início deste post já acabei com uma tacinha do que foi feito hoje.

Olá mundo!

A primeira vez que programei algo (no sentido das linguagens de programação) saiu-me um “Hello world” no ecrã do computador. Acho que este é o primeiro passo para quem se aventura nestas coisas, mais que não seja pela formalidade da questão, ou não fosse esta a expressão que confirmou o sucesso de Tim Burnesr-Lee.

Ora, parece-me correcto que também esta seja a mensagem da minha primeira publicação:

Olá mundo! A Carolina Caseirinha chegou.

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