As decorações de Natal na Lima Fortuna

Novembro. O mês em que fazer decorações de Natal é ridiculamente cedo, a não ser que se trate de um estabelecimento comercial. Na minha casa a tradição é começar as decorações a partir do dia 1 de Dezembro, contudo a tradição fora de casa é participar nas decorações de natal da Adega Lima Fortuna, em Novembro, logo após a festa da aldeia, a Festa de Todos os Santos.

Claro que, quando menciono isto, surge sempre alguém que diz que em Novembro é demasiado cedo para decorações de Natal, sobretudo este ano, que no final do mês de Outubro ainda fazia um calor tremendo. Nessa ocasião lembro que, até há uns poucos, várias superfícies comerciais começavam as suas campanhas e decorações de Natal em Outubro. Sim, Outubro, o mês que este ano podia perfeitamente pertencer ao Verão.

Actualmente só não o fazem porque, enquanto país muito hospitaleiro e que sabe bem acolher todos os estrangeiros e seus estrangeirismos, abraçamos mais uma data comemorativa tão tipicamente “não-nossa”: o Halloween/Dia das Bruxas; e assim as decorações de Natal nestas grandes superfícies só começam, efectivamente, em Novembro.

Mas voltemos a este grande evento anual que são as decorações na Lima Fortuna. Todos os anos a Sofia, o Tiago, o Miguel e eu juntamo-nos nos primeiros dias de Novembro para algumas das decorações: montar e decorar a árvore de Natal, colocar as verduras com bolas douradas sobre os móveis e sob a estátua do monge, colocar as luzes e a coroa na janela da loja, etc.

Este ano a Sofia quis experimentar pequenas alterações, que acabaram por resultar em algumas decorações novas, parte delas upcycled e caseirinhas/DIY. Depois de nos termos juntado para debatermos algumas ideias e execuções, passamos à parte prática.

Limpámos e pintámos de branco algumas bolas douradas usadas nos anos anteriores (aquelas que já apresentavam alguns danos na pintura), pintámos-lhes pequenos círculos dourados e com um pouco de cordel fizemos um novo topo para as pendurar na árvore.

Também para pendurar na árvore colocamos brilhantes dourados no exterior de algumas miniaturas de garrafas antigas de Arrabidine (o licor principal da Lima Fortuna) e enchemos alguns tubos de licor (dos que estão actualmente disponíveis para venda na loja) com pedrinhas em tom de cobre e colocamos mensagens de natal em várias línguas.


Outras duas novidades foram os laços vermelhos e a verdura nas três portas na fachada do edifício, bem como o arranjo do carrinho de mão na entrada, onde, se olharmos com atenção e alguma imaginação, podemos ver uma rena Rudolfo de nariz encarnado.


Até dia 24 de Dezembro certamente que mais pormenores e outras peças ou decorações surgirão. Até lá, aconselho que visitem o espaço para poderem ver pessoalmente, e mais de perto, o resultado final destes trabalhos ou para beber um licor característico da região.

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A caixa Vida e Fortuna

Das coisas caseirinhas que fiz nos últimos anos, e que ainda não tinha partilhado aqui, há uma com algumas memórias muito especiais. A caixa de transporte de bebidas Vida & Fortuna.

Durante muitos anos serviu de caixa de ferramentas do meu avô e foi esta a utilidade que ela teve durante a minha infância, até há 4/5 anos quando a transformei num pequeno espaço de arrumação de DVDs e que agora se encontra junto da mesa de paletes.

Em décadas passadas, um dos irmãos do meu avô tinha uma fábrica de refrigerantes de nome Vida & Fortuna e, na época, o transporte das garrafas de vidro era feito em caixas de madeira. Quando comecei a organizar as fotografias antigas do meu avô (trabalho este que ainda não acabei, não por serem muitas, mas porque nunca mais me dediquei a ele) descobri uma fotografia onde aparece a minha avó (a segunda senhora na fotografia) a trabalhar na zona de lavagem de garrafas.

Por todas estas memórias, e por outras mais, que cabem dentro daquela caixa, tive de resgatá-la quando o destino certo era a lareira.



Nessa altura estava muito atacada pelo bicho da madeira e suja de tinta. Por isso, no Verão de 2013, limpei-a com uma escova e depois a lixa (de forma um pouco mais firme na zona onde estava manchada da tinta) e pincelei um produto para matar o bicho da madeira (o mesmo que tinha colocado nos barris do meu avô). Por fim, apliquei-lhe um verniz.

Agora a caixa que transportou garrafas e guardou martelos, maços, serras e serrotes e imensos pregos soltos, ergue-se na minha sala como arrumação dos DVDs.

O pequeno upgrade da cozinha

Depois da última publicação estive em obras na cozinha (e depois disto fui de férias, daí a tremenda ausência). Pequenas remodelações ou adaptações que agora a tornam mais prática. Andei a fazer contas e já vão para 4 anos que vivo sozinha, ou seja, são 4 anos com o fio do esquentador pendurado. Shame! (como diria a senhora de Game of Thrones).

Passo a explicar. Há 4 anos, comprei o meu esquentador, o armário onde este seria instalado (e onde esteve instalado o esquentador anterior) não estava preparado para receber um com sistema de ventilação e por isso não possuía uma tomada. Na altura, liguei-o à tomada mais próxima, situada a meio do balcão da cozinha, servindo de solução (supostamente) temporária. O tempo passou e a solução “temporária” permaneceu durante os 4 anos que referi.

Outra coisa que queria mexer na cozinha era a iluminação artificial. Até ao momento tinha apenas um candeeiro simples com duas lâmpadas fluorescentes tubulares no centro do tecto da cozinha. Isto significa que, de noite, sempre que lavava a loiça no lavatório, ou preparava alguma coisa no balcão eu própria fazia sombra ao local/plano de trabalho.

Assim, este ano verão, ainda antes das férias e como prenda de anirversário, tornei a minha cozinha um pouco mais funcional, escondendo o fio do esquentador, instalando uma luminária led sobre o balcão onde faço a preparação da comida e instalando um candeeiro led para iluminar o lava-loiças, acabando por libertar a tomada onde anteriormente ligava o esquentador.

(a cozinha antes das alterações, de dia, com a luz desligada; depois das alterações, de noite, só com os candeeiros novos ligados; depois das alterações, de noite, com todos os candeeiros ligados)

A parte eléctrica não é bem o meu forte, entendo alguns conceitos base, mas não muito mais do que isso. Por isso, como não quis arriscar rebentar com a rede eléctrica da casa, o meu pai ficou com as ligações eléctricas enquanto eu fiquei com a concepção das soluções e servi de assistente dele durante a instalação (passar alicates, chaves, direcionar a luz de apoio, posicionar o aspirador no momento de fazer furos, etc.).

A solução que aplicámos passou por instalar também uma tomada tripla (escondida) no armário do esquentador, a qual estão agora agora ligados o esquentador e os dois novos candeeiros, libertando assim a tomada do balcão e de forma a chegar facilmente ao interruptor do candeeiro de cima (interruptor este que tivemos de acrescentar, pois o que vinha de origem fica no topo do armário, junto ao candeeiro, e portanto não seria fácil de utilizar).

(antes e depois)

Assim, para alimentar a nova tomada, tivemos de colocar um cabo eléctrico (tapado com uma calha) da tomada do balcão até junto do esquentador, passado por dentro do armário. Como imediatamente acima da tomada existente tinha um suporte de papel de cozinha, retirámos um dos parafusos de fixação à parede, rodámos o suporte a 180º e furámos e colocámos o mesmo parafuso no novo local, sendo que o furo anterior ficou totalmente tapado pela calha.

Esta pequena obra de upgrade interior acabou por durar dois dias (ou duas noites, mais precisamente), pois tive de ir a “correr” ao AKI, no Retail Park em Coina (por ser a loja que fecha mais tarde aqui na zona), para comprar uma tomada nova para o balcão. A existente já estava um pouco ressequida, com os seus cerca de 20 anos, e foi-se partindo aos poucos à medida que íamos mexendo e tentado adicionar os novos fios eléctricos. Aqui é que as coisas se complicaram, uma vez que já não se encontram tomadas iguais às restantes da cozinha, mas optei por uma o mais parecida possível (a 3ª da foto).

Entretanto surgiram mais algumas ideias de pequenas alterações na cozinha, mas, para já, estas já me deixaram satisfeita.

Verão e a manutenção da casa

Já entremos no oficialmente no Verão há algumas semanas. Há arraiais espalhados por todo o lado, noites de convívio na rua, música, gelados, caracoladas, férias, mergulhos e, além disto tudo, por aqui significa também trabalhos no exterior, limpezas grandes e manutenção da casa.

Há dois anos, durante as limpezas grandes de Verão, constatei que os ferros das varandas precisavam de ser pintados. A tinta começava a lascar e, em algumas zonas, já acusavam ferrugem. Durante os (quase) 20 anos que a minha casa tem estes nunca tinham sido pintados e achei que era melhor ter agora o trabalho de manutenção, gastar meia dúzia de euros numa lata de tinta e os ferros durarem outros 20 anos, do que, daqui por um ou dois anos (ou talvez um pouco mais), ter de investir em ferros novos ou noutro tipo de proteção de varandas.

Assim, ganhei coragem e dediquei uma manhã e meia tarde da minha semana de férias para limpar as varandas e os ferros, passar com uma escova de arame nos ferros para soltar as lascas de tinta, proteger as varandas e as janelas com fita de papel, mantas e folhas de revista e por fim pintar os ferros com uma tinta do tipo Hammerite.


Também durante estes dias transplantei o primeiro abacateiro para a terra. Curiosamente o que se encontrava mais desenvolvido, e que mudei agora do frasco para a terra, foi o do terceiro abacate que consumi e cujo caroço é ligeiramente diferente dos dois primeiros (talvez por este motivo tenha um desenvolvimento diferente). Os dois primeiros já têm algumas raízes, mas o caule ainda é um pouco pequeno.

Aproveitando ainda este espirito de limpezas, organização e manutenção da casa, partilho uma dica caseirinha para limpeza e desentupimento de canos (quando digo desentupimento refiro-me às situações quando o tempo de escoamento da água pelo ralo/cano é muito demorado e não propriamente aos canos que se encontram 100% entupidos, neste último caso acho que a solução deverá passar por chamar o canalizador/empresa de desentupimento).

Vi esta “receita” em vários vídeos no Facebook e também em publicações no Pinterest e por isso decidi experimentá-la no Inverno passado, podendo comprovar que funciona e penso que não seja prejudicial à canalização (se alguém souber de um motivo contrário, partilhe). Até então usava sempre aqueles produtos próprios para o efeito ou ácido muriático, mas esta solução parece-me mais amiga do ambiente e menos perigosa, sendo que o vinagre é um ingrediente com boas propriedades antissépticas.

Usei apenas:
Vinagre
Bicarbonato de sódio
Água quente

Numa panela coloquei a água para ferver. Deitei um pouco de bicarbonato de sódio (2 ou 3 colheres de chá, consoante a situação) no ralo/entrada do cano e, em quantidade igual, verti o vinagre começando a reação entre os dois.

Conforme termina o barulho “efervescente” da reação adicionei um pouco mais de vinagre e aguardei que a reação terminasse, pois por vezes o vinagre que é adicionado inicialmente não chega a toda a quantidade de bicarbonato de sódio (até porque não dá para ver muito bem para onde estamos a “fazer pontaria”).

Por fim, deitei a água, que aqueci na panela, pelo cano e quando esta acabou deitei um pouco de água fria corrente para ter a certeza que não fica nada por lavar.

E nos entretantos dos entretantos….

Nos entretantos dos entretantos terminei mais um pequeno trabalho que comecei em Abril. Demorou um pouco mais do que esperava, não porque fosse algo muito trabalhoso e complicado, mas porque fui fazendo e parando, fazendo e parando. Aliás, na altura em que o comecei partilhei na conta de Instagram que ia dar uma segunda chance a dois quadros que tinha no corredor. Hoje, finalmente, posso desvendar o resultado final.

Tinha dois quadros na parede do corredor um pouco ao estilo “quadro do menino da lágrima” só que com flores, ou seja, um bocadinho à “Conta-me como foi”, que já estou tão habituada a tê-los na parede que vê-la sem eles (ou com outros) seria demasiado estranho. Por isso decidi dar-lhes uma cara lavada. Um pequeno twist para cortar um pouco o aspecto de “parede que parou no tempo”. E se alguém disser que é parolo ou démodé eu direi que é vintage caseirinho 😛

Comecei, portanto, por limpar os quadros e por delimitar com fita de papel a área que queria pintar com um verde lima/verde alface.

Depois de várias camadas de tinta retirei a fita no quadro mais pequeno decidi retirar a tinta da moldura pois, no início quando a limpei, começou a lascar e a saltar a tinta. Após retirar a tinta da moldura com a ajuda de um x-ato e de a limpar novamente para retirar alguns pedacinhos soltos que tivessem ficado, delimitei o fundo dos quadros com nova fita de papel para, então, pintar ambas as molduras de dourado.

Et voilà. Depois de tudo seco e de passar um verniz incolor mate, retirei as fitas de papel e ficaram prontos para voltar ao seu lugar, na parede de entrada.

Confesso que, durante este tempo em que a parede esteve vazia, estranhava sempre que abria a porta e dava de caras com a parede cor de “casquinha de ovo” apenas com dois pregos vazios.

Durante este tempo risquei também mais um item da minha “lista de coisas a fazer com tempo”. No Natal passado ofereci a mim mesma três vasos de cores diferente para passar dois cactos e uma suculenta para a parede da varanda que, tal como a parede do escritório/atelier, tinha 3 pregos sem nada pendurado. Assim esperei que as temperaturas exteriores ficassem mais amenas para poder fazer a transição sem que as plantas sentissem o choque térmico, furei os vasos (pois não consegui encontrar suportes para o que pretendia) e no fim de semana passado fiz a mudança.

Ainda sobre as plantas, mais concretamente sobre a tentativa de desenvolver abacateiros, um dos caroços de abacate já possui uma pequena raiz. =s outros dois também já começaram a desenvolver raiz mas ainda não passa do interior do caroço para fora.

E eis que chegamos ao 3º aniversário

20 de Maio. Dia da Carolina e dia de… ANIVERSÁRIO DA CAROLINA CASEIRINHA!!! (*confetis no ar*) 😀

Pois é. Três anos que por aqui ando, a partilhar as minhas caseirísses, sempre com a promessa e tentativa de ser mais frequente na parte escrita. Desta vez, decidi assinalar esta data especial com o início de um novo projecto que será para ir desenvolvendo aos poucos e com o tempo.

Quando os meus pais saíram da casa onde vivo levaram algumas coisas e deixaram outras. No caso do antigo escritório, que adaptei para o atlier/espaço para as caseirísses, levaram as molduras que estavam na parede, com as fotografias da família, e ficaram os pregos. Tinha, a meu ver, duas hipóteses: ou tirava os pregos todos, tapava os buracos com massa e pintava a parede ou aproveitava que já estavam lá os pregos e colocava também umas molduras.

Optei pela segunda hipótese, mas em vez de fotografias de família (essas já começaram a “povoar” as paredes do corredor) quis fazer daquela parede uma parede “inspiradora/motivadora” (do conceito, em inglês, inspirational/motivation wall), com frases ou pensamentos inspiradores, ou que simplesmente gosto ou acho piada.

Assim, decidi assinalar o 3º aniversário da Carolina Caseirinha com uma primeira moldura dedicada precisamente às caseirísses de trabalhos manuais. Depois à medida que for acrescentando mais molduras partilharei convosco. Para já, é este o começo de algo que já planeava fazer há algum tempo.

E nos entretantos…

Tenho andado ausente nas escritas aqui pelo blog, mas um pouco mais activa no Instagram e também no meu cantinho de trabalhos caseiros. Até porque as minhas actividades caseiras, desde a última publicação aqui, não têm tido uma grande história por detrás delas. Por isso desta vez trago um “resumo” do que tenho andado a fazer.

Então, como já partilhei na página do Facebook e na conta do Instagram, ofereci à minha sobrinha, pela Páscoa, uma régua, em madeira, para marcar a sua altura ao longo dos anos. Como não queria decorá-la com motivos muito infantis, acabei por misturar algumas ideias do que fui encontrando pela Internet, pintando vários espaços, todos diferentes, para ao longo do seu crescimento anotar vários marcos da sua vida, como, por exemplo, quando apareceu o primeiro dente, a primeira palavra que disse, quando deu os primeiros passos, os passeios que fez, etc.

Portanto, daqui a primeira parte já está feita. Agora falta apenas começar a preencher e pregar à parede.

Também envolvendo o quarto da pequena, eu e a minha irmã decorámos a parede do quarto dela na manhã do dia 25 de Abril. A logística foi mais elaborada do que possa parecer à primeira vista, pois para além de colar todas as peças que formavam o desenho (algumas com a ajuda da minha sobrinha, que também quis participar) houve muita brincadeira em simultâneo, caso contrário todo este processo tornar-se-ia demasiado aborrecido e impaciente para a habitante do quarto.

Também andei pela cozinha e experimentei fazer algo com abacate pela primeira vez. No fim de semana em que fui ao Algarve, comprei uns abacates a um produtor local e, com os que estavam mais maduros fiz uma massa de atum e abacate, modéstia à parte, deliciosa. Eu, que não gosto de atum, comi, repeti e ainda enchi a marmita para o almoço do dia seguinte.

Quanto aos caroços dos abacates que usei, tirei-lhes a casca, espetei uns palitos e coloquei cada um num frasco com água para ver se germinam.

Ah! E por falar em plantas, as minhas orquídeas já floriram. A branca está carregada de flores, a amarela tem duas flores abertas, um pé novo e várias flores por abrir e as 3 que transplantei, em anos anteriores, têm folhas novas. Entretanto, não resisti e, numa ida ao hipermercado comprei a orquídea cor de vinho, resgatando-a assim de uma morte lenta à entrada do estabelecimento.

No último fim de semana, mesmo com todos os acontecimentos que existiram, ainda arranjei tempo para pintar mais uma fita académica, para a bênção de finalistas, e um mini-livro com uma receita de limonada para oferecer a um grandioso fã de Beyoncé que faz anos precisamente nesta data. Claro que lhe ofereci também um livro “a sério” (sobre um assunto um pouco diferente), mas o primeiro foi mais pela piada da coisa, porque: nº 1, é um grande fã de Beyoncé; nº 2, recentemente a Beyoncé lançou um livro intitulado “How to make lemonade” (como fazer limonada) e apesar de saber que ele iria adorar tê-lo, o preço saia um pouco (muito) do meu orçamento. E por isso juntei o melhor de dois mundos: Beyoncé e trabalhos manuais 😛 (carregando nas fotografias em baixo dá para ler um pouco melhor)


Massa de atum e abacate:

2 colheres de sopa de azeite
1 cebola roxa pequena
2 dentes de alho
3 latas de atum
1 lata de milho doce
Massa espiral q.b.
2 abacates pequenos (ou 1 abacate grande)
100 ml de natas para culinária
Leite q.b.
Queijo ralado q.b.
Sal e pimenta q.b.
Tomilho q.b.

Numa panela cozi as massas em água e sal. Depois de cozidas, transferi-as para um escorredor e na mesma panela refoguei, em azeite, a cebola roxa às rodelas e os dentes de alho picados. Em seguida juntei o atum bem desfiado, o milho, as massas, as natas, os abacates cortados em pedaços e temperei com pimenta.

À medida que ia mexendo, as natas começaram a engrossar e por isso fui juntando um pouco de leite, o suficiente até ficar com uma consistência cremosa, nem muito espessa, nem muito líquida.

Por fim servi com queijo ralado e tomilho.

Entretanto aproxima-se o 3º aniversário da Carolina Caseirinha e já sei o que vou fazer para assinalar esta data, mantenham-se atentos, porque um novo pequeno projecto surgirá 😀