E eis que chegamos ao 3º aniversário

20 de Maio. Dia da Carolina e dia de… ANIVERSÁRIO DA CAROLINA CASEIRINHA!!! (*confetis no ar*) 😀

Pois é. Três anos que por aqui ando, a partilhar as minhas caseirísses, sempre com a promessa e tentativa de ser mais frequente na parte escrita. Desta vez, decidi assinalar esta data especial com o início de um novo projecto que será para ir desenvolvendo aos poucos e com o tempo.

Quando os meus pais saíram da casa onde vivo levaram algumas coisas e deixaram outras. No caso do antigo escritório, que adaptei para o atlier/espaço para as caseirísses, levaram as molduras que estavam na parede, com as fotografias da família, e ficaram os pregos. Tinha, a meu ver, duas hipóteses: ou tirava os pregos todos, tapava os buracos com massa e pintava a parede ou aproveitava que já estavam lá os pregos e colocava também umas molduras.

Optei pela segunda hipótese, mas em vez de fotografias de família (essas já começaram a “povoar” as paredes do corredor) quis fazer daquela parede uma parede “inspiradora/motivadora” (do conceito, em inglês, inspirational/motivation wall), com frases ou pensamentos inspiradores, ou que simplesmente gosto ou acho piada.

Assim, decidi assinalar o 3º aniversário da Carolina Caseirinha com uma primeira moldura dedicada precisamente às caseirísses de trabalhos manuais. Depois à medida que for acrescentando mais molduras partilharei convosco. Para já, é este o começo de algo que já planeava fazer há algum tempo.

E nos entretantos…

Tenho andado ausente nas escritas aqui pelo blog, mas um pouco mais activa no Instagram e também no meu cantinho de trabalhos caseiros. Até porque as minhas actividades caseiras, desde a última publicação aqui, não têm tido uma grande história por detrás delas. Por isso desta vez trago um “resumo” do que tenho andado a fazer.

Então, como já partilhei na página do Facebook e na conta do Instagram, ofereci à minha sobrinha, pela Páscoa, uma régua, em madeira, para marcar a sua altura ao longo dos anos. Como não queria decorá-la com motivos muito infantis, acabei por misturar algumas ideias do que fui encontrando pela Internet, pintando vários espaços, todos diferentes, para ao longo do seu crescimento anotar vários marcos da sua vida, como, por exemplo, quando apareceu o primeiro dente, a primeira palavra que disse, quando deu os primeiros passos, os passeios que fez, etc.

Portanto, daqui a primeira parte já está feita. Agora falta apenas começar a preencher e pregar à parede.

Também envolvendo o quarto da pequena, eu e a minha irmã decorámos a parede do quarto dela na manhã do dia 25 de Abril. A logística foi mais elaborada do que possa parecer à primeira vista, pois para além de colar todas as peças que formavam o desenho (algumas com a ajuda da minha sobrinha, que também quis participar) houve muita brincadeira em simultâneo, caso contrário todo este processo tornar-se-ia demasiado aborrecido e impaciente para a habitante do quarto.

Também andei pela cozinha e experimentei fazer algo com abacate pela primeira vez. No fim de semana em que fui ao Algarve, comprei uns abacates a um produtor local e, com os que estavam mais maduros fiz uma massa de atum e abacate, modéstia à parte, deliciosa. Eu, que não gosto de atum, comi, repeti e ainda enchi a marmita para o almoço do dia seguinte.

Quanto aos caroços dos abacates que usei, tirei-lhes a casca, espetei uns palitos e coloquei cada um num frasco com água para ver se germinam.

Ah! E por falar em plantas, as minhas orquídeas já floriram. A branca está carregada de flores, a amarela tem duas flores abertas, um pé novo e várias flores por abrir e as 3 que transplantei, em anos anteriores, têm folhas novas. Entretanto, não resisti e, numa ida ao hipermercado comprei a orquídea cor de vinho, resgatando-a assim de uma morte lenta à entrada do estabelecimento.

No último fim de semana, mesmo com todos os acontecimentos que existiram, ainda arranjei tempo para pintar mais uma fita académica, para a bênção de finalistas, e um mini-livro com uma receita de limonada para oferecer a um grandioso fã de Beyoncé que faz anos precisamente nesta data. Claro que lhe ofereci também um livro “a sério” (sobre um assunto um pouco diferente), mas o primeiro foi mais pela piada da coisa, porque: nº 1, é um grande fã de Beyoncé; nº 2, recentemente a Beyoncé lançou um livro intitulado “How to make lemonade” (como fazer limonada) e apesar de saber que ele iria adorar tê-lo, o preço saia um pouco (muito) do meu orçamento. E por isso juntei o melhor de dois mundos: Beyoncé e trabalhos manuais 😛 (carregando nas fotografias em baixo dá para ler um pouco melhor)


Massa de atum e abacate:

2 colheres de sopa de azeite
1 cebola roxa pequena
2 dentes de alho
3 latas de atum
1 lata de milho doce
Massa espiral q.b.
2 abacates pequenos (ou 1 abacate grande)
100 ml de natas para culinária
Leite q.b.
Queijo ralado q.b.
Sal e pimenta q.b.
Tomilho q.b.

Numa panela cozi as massas em água e sal. Depois de cozidas, transferi-as para um escorredor e na mesma panela refoguei, em azeite, a cebola roxa às rodelas e os dentes de alho picados. Em seguida juntei o atum bem desfiado, o milho, as massas, as natas, os abacates cortados em pedaços e temperei com pimenta.

À medida que ia mexendo, as natas começaram a engrossar e por isso fui juntando um pouco de leite, o suficiente até ficar com uma consistência cremosa, nem muito espessa, nem muito líquida.

Por fim servi com queijo ralado e tomilho.

Entretanto aproxima-se o 3º aniversário da Carolina Caseirinha e já sei o que vou fazer para assinalar esta data, mantenham-se atentos, porque um novo pequeno projecto surgirá 😀

Mais uma receita para os amigos vegetarianos (e para os não vegetarianos também)

Experimentei uma receita nova: quinoa rice (numa tradução, muito básica, será algo como arroz de quinoa). Já a tinha guardado numa das minhas pesquisas no Pinterest para as ocasiões em que recebo à mesa alguém vegetariano ou para servir de acompanhamento a um peixe ou bife grelhado e acabou por se verificar as duas situações. Ou seja, experimentei este prato porque ia receber uma vegetariana à mesa e, como ainda não sei controlar muito bem a quantidade de quinoa (e não queria que ninguém passasse fome), acabei por fazer quantidade suficiente para a refeição completa de 4 pessoas e, com o que sobrou, ainda deu para servir de acompanhamento a peitos de frango para 3 pessoas no dia seguinte.

Além de fácil e rápida, esta receita torna-se muito apetecível para o tempo de Verão, que cada vez mais se aproxima, pois sabe igualmente bem se for servida quente ou à temperatura ambiente.

2 chávenas de chá de quinoa
4 chávenas de chá de água
Sumo de limão q.b.
4 colheres de sopa de azeite
1 cebola
3 dentes de alho
200g de cogumelos frescos
½ brócolo
1 curgete
2 cenouras
1 lata de milho
3 ovos
Molho de soja q.b.
Sal e pimenta q.b.
(atenção que estas quantidades são as que usei, por isso alimentam 7 a 8 pessoas, dependendo da capacidade/nível de apetite de cada um :p )

Num tacho, coloquei ao lume a quinoa e a água, temperei com um pouco de sal e deixei cozinhar até a quinoa aumentar de tamanho e ficar sem água.

Numa panela grande, coloquei o azeite, a cebola picada e os dentes de alhos picados para refogar. Em seguida juntei os brócolos cortado em pedaços, a curgete aos cubos, os cogumelos laminados (aproveitei para dar uso à caixa para cortar legumes que recebi no Natal 🙂 ) e deixei cozinhar, mexendo um pouco. Um pouco antes de estarem completamente cozinhados, juntei a cenoura e o milho e mexi.

Entretanto a quinoa ficou “no ponto”, apaguei o lume e reguei-a com um pouco de sumo de limão.

À parte, numa frigideira fiz os ovos mexidos. Misturei a quinoa na panela dos legumes e em seguida os ovos cortados em pedaços, finalizando com um pouco de molho de soja enquanto envolvia todo o conteúdo da panela.

Lá por casa, quando servi a acompanhar com os bifes, o único comentário que recebi foi do meu pai, que disse “sabes só o que falta aqui?”, ao qual respondi de imediato “amêndoas, não é?” e ele validou a minha resposta. Por isso, já sei que, da próxima vez terei de juntar também um punhado de amêndoas para acrescentar o “factor crocante” a esta receita.

(Esta última fotografia nem foi tirada com o propósito de vir para o blog, mas sim para fazer “pirraça” às companheiras de crossfit que partilham as fotos do jantar depois do treino nos dias em que o meu jantar é peixe cozido. Ainda assim, aproveitei para partilhar aqui também, já que foi a refeição onde a quinoa rice serviu de acompanhamento)

“Going natural” com as minhas plantas

Ultimamente ando muito ativa no que respeita a experimentar coisas que me aparecem nos feeds do Facebook. Desta vez andei pela cozinha, mas com o propósito da jardinagem de interior.

As plantas que tenho nas escadas precisavam de algum cuidado para além da rega habitual: umas precisavam de mais areia, outras de areia nova (a que tinha até então era demasiado barrenta e, de tempos a tempos, com a rega, acabava por ficar sempre muito compacta), outras de cortar as folhas velhas e uma precisava que separasse os rebentos para um vaso novo. Num dos vasos a precisar da troca de areia a flor estava um pouco fraca e, portanto, teria ainda mais essa intervenção.

Coincidência ou não, durante a semana apareceu-me nos feeds do Facebook um vídeo que alguém partilhou sobre um adubo natural caseiro (rico em cálcio e potássio, segundo o mesmo) que guardei para então experimentar no fim de semana, pois já previa reservar algum tempo para esta tarefa.

Borras de 5 cafés
Casca de 1 banana
Casca de 5 ovos
Água q.b.

No liquidificador coloquei a casca da banana, as borras do café, as cascas de ovo, a água e triturei o tempo suficiente para desfazer as cascas o mais finamente possível, reservando numa tigela.

Como me pareceu que tinha quantidade suficiente para mais do que um vaso, comecei pela flor mais fraca e depois passei aos vasos seguintes. Aproveitei que ia mexer e trocar as areias para colocar o adubo o mais perto das raízes, acabando também por misturá-lo com a areia.

Agora resta-me esperar para ver o comportamento e a reação das plantas a esta mudança, ficando a promessa, tal como aconteceu com as orquídeas, de partilhar o resultado (positivo, espero 😛 ).

Oh Elvas, oh Elvas… Beringela finalmente à vista

Parei finalmente para escrever. Andei a preparar e a planear um passeio de três dias pelo Alentejo português e Estremadura espanhola, para o fim-de-semana passado, e reparei agora que ainda não tinha partilhado a receita da beringela no forno que fiz há semanas.

Sobre o passeio posso dizer que foram três dias de fuga à rotina, com muitos pontos e locais a visitar, com muita cultura à mistura e um sol e temperatura ambiente maravilhosos para visitar estas regiões (se tivesse sido esta semana estava bem tramada com a chuva). Da preparação do roteiro faziam parte a lista de locais a visitar e respectivas coordenadas, impressões da vista de satélite do Google Earth de cada localidade com os pontos de interesse marcados e pequenos textos explicativos do que iríamos ver, para entendermos e aproveitarmos melhor o que estávamos a visitar. Contudo, não previ horários específicos para cada local, pois a ideia era ir visitando e gerindo o ritmo, mas sem grandes pressões.

A estadia das duas noites foi na Quinta de Santo António, na herdade da Amoreira, em Elvas, um hotel rural que a todos superou as expectativas. O staff era impecavelmente simpático e, assim que fizemos o check-in, fizeram questão de nos mostrar todos os espaços do hotel. O quarto era bastante confortável e tinham acesso directo para os jardins exteriores e, juntamente com as salas comuns, estão decorados com um estilo antigo, perfeitamente enquadrado na arquitectura da quinta. Na manhã de domingo, depois do pequeno almoço, e antes do check-out, fomos conhecer melhor os jardins exteriores do hotel, com as fontes, os pomares, a zona dos pássaros, do forno a lenha, a zona da piscina e ainda encontrei o burro que de manhã “avisava” que o dia já estava a nascer.

Saímos, portanto, na Sexta-feira de manhã em direcção a Montemor-o-Novo, atravessando Pegões e Vendas Novas. Depois visitámos Arraiolos, Evoramonte, Estremoz e Borba, chegando por fim ao hotel.


No Sábado fomos até Mérida, onde andámos e andámos a pé (um pouco mais de 8 km ao todo), conseguimos ver quase tudo o que há no centro da cidade e, no regresso, visitámos ainda Badajoz.


No Domingo visitámos Elvas, Villaneuva Del Fresno (que era para ser só de passagem, mas estava a haver o festival dos cogumelos e parámos lá para almoçar), Aldeia da Luz, Monsaraz e daí seguimos directamente para casa. Tinha ainda previsto visitar Reguengos de Monsaraz, Portel, Viana do Alentejo e Alcáçovas no percurso de regresso a casa, mas como fomos “aproveitar” os espaços exteriores do hotel e parámos em Villaneuva Del Frenso, acabou por não haver tempo para tanto.

Foram três dias de completa fuga à rotina e que deram para recarregar baterias e encher-me de motivação para as coisas caseiras.

Tal como disse de início, com tudo isto saltei a publicação da receita da beringela que, num almoço de Sábado, acompanhou uma bela dourada grelhada, receita esta que encontrei num vídeo que alguém partilhou no Facebook.

1 beringela
6 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picado
3 colheres de sopa de salsa picada
Sal e pimenta qb
Queijo ralado qb
1 colher de café de pimentão doce

Numa tigela misturei o azeite, o alho, a salsa, o sal e a pimenta e deixei repousar durante mais ou menos 15 minutos para aromatiza o azeite.

Fiz uns golpes na beringela (sem a trespassar na totalidade) numa malha quadrangular, envolvi-a em papel de alumínio (deixando a zona dos golpes destapada) e coloquei-a num tabuleiro para ir ao forno. Reguei a beringela com metade da mistura do azeite, especialmente entre cada golpe, recheie com queijo, polvilhei com o pimentão doce e reguei com o resto do azeite.

Por fim aconcheguei o papel de alumínio que envolvia a beringela, coloquei o tabuleiro no forno, pré-aquecido a 180ºC, durante uns 30 a 35 minutos (dependendo do tamanho da “malha” cortada na beringela poderá levar mais ou menos tempo a cozinhar) e servi com a dourada grelhada e as azeitonas caseiras da colheita deste ano.

Os trabalhos em atraso

Demorou, mas finalmente acabei. A prenda de anos da minha sobrinha (que já os celebrou há pouco mais de 2 meses) chegou finalmente ao destino. Claro que a data não passou sem que lhe oferecesse algo. A ideia era oferecer-lhe uma pequena moldura e uma caixa, ambas de madeira e pintadas por mim, para guardar os muitos laços para o cabelo que ela tem. Contudo, com o aproximar da data comecei a ver que não ia ter a caixa pronta e por isso acabei por lhe oferecer apenas a moldura.

Agora ficou finalmente pronta. Desta vez não só usei a técnica do guardanapo como também desenhei diretamente na caixa, o que foi um pouco mais desafiante para a minha ansiedade e mania da perfeição, que acabam sempre por resultar em mãos trémulas no exato momento em que estou a pintar. Mas fiquei contente com o resultado final.

Entretanto fui alternando este trabalho com outras pequenas coisas como, por exemplo, fazer mais alguns pendentes de massa para a árvore de Natal. Assim quando chegar a Dezembro já tenho decorações suficientes para os 360º da árvore e já fico com mais tempo disponível para as prendas caseiras.

Agora que já tenho os trabalhos atrasados em dia, acho que vou já passar à prenda da Páscoa, para garantir que fica pronta a horas. É que já faltam menos de 40 dias 😉

Era uma vez, a Strudel Pie…

Thanksgiving. Dia de Acção de Graças. Este é um dia tradicionalmente celebrado pelos americanos em Novembro, mas cada vez mais começamos a ouvir ou a ver, sobretudo através das redes sociais, pessoas que também por cá o celebram.

Há dois ou três anos, em conversa com a Sofia e com o Tiago, pensamos em celebrar também esta data, com direito a peru, acompanhamentos, tartes de de maçã, tudo o que uma mesa de thanksgiving tem direito. Contudo, o facto desta celebração ser relativamente próxima do Natal, os nossos planos acabavam sempre por sair furados.

Este ano decidimos que, desse por onde desse, teríamos o nosso momento de thanksgiving, quer fosse em Novembro ou Janeiro, ao almoço ou ao jantar. O importante mesmo era juntarmo-nos todos e celebrar isso mesmo.

E assim, num Domingo, já em 2017, conseguimo-nos sentar todos à mesa, juntamente com a Mariana, o André e a Oprah Winfrey (sendo que esta última, a nossa “padroeira” de thanksgiving, se juntou no formato de argolas para guardanapos que o Tiago providenciou), num almoço a meio da tarde, sem peru, mas com canelones vegetarianos, legumes assados no forno, pizza, tarte e gelado, para dar graças. Sim! Com momento de pequena oração de agradecimento antes da refeição e tudo.

Apesar de não ter referido nesse momento, uma das coisas pela qual estava mais grata nesse dia foi precisamente o facto de nessa manhã não ter rebentado com a minha cozinha. Uma das tomadas da cozinha, associada à instalação eléctrica do forno, tinha um cabo mal encaixado e assim que acendi o forno a tomada começou a aquecer, a protecção dos cabos eléctricos começou a derreter e comecei a ouvir barulhos (típicos de curto-circuito ou de faíscas). Por mero acaso, ainda estava na cozinha e dei conta que alguma coisa não estava bem.

Por teimosia, fiz o meu pai ir duas vezes lá a casa para ver o que se passava. Por sorte aconteceu tudo antes que a tomada incendiasse, pegasse fogo a um pano que se encontrava imediatamente acima e que estava igualmente muito perto do tubo de gás que alimenta o fogão.

Sim. Agradecimento foi a palavra de ordem do dia.

Tudo isto para contar a história de quando adaptei a tradicional tarte de maçã, recheando-a com um conteúdo idêntico ao do strudel, e criei a Strudel Pie ou tarte de Strudel (na verdade, talvez mais alguém terá feito o mesmo antes e portanto a criação não será inteiramente minha 😛 ).

2 massas quebradas
3 maçãs
1 colher de sobremesa (bem cheia) de farinha
6 colheres de sopa de açúcar
Canela
100g de miolo de noz
100g de miolo de amêndoa
100g de miolo de avelã

Numa tigela coloquei o açúcar, a farinha, a canela, o miolo de noz e de avelã partido em metades e as maçãs cortadas aos pedaços. Em seguida envolvi tudo e deixei repousar alguns minutos para que o açúcar em contacto com a maçã se transformasse numa espécie de xarope.

Durante esse tempo de repouso estendi as duas massas quebradas, coloquei uma no fundo de uma forma redonda para tartes e na segunda fiz alguns recortes com um cortador.

Por fim coloquei o recheio na forma, tapei com a massa recortada, uni o rebordo, decorei com os pedaços que tinham sobrado dos cortes e levei ao forno, pré-aquecido, durante 20-25 minutos.